Nunca fui primeira dama (ainda mais em Cuba)

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” Como é Cuba? é um te amar por todos os lados ” (Dicodallma)

Com Nadia Guerra, seu alter ego ficcional, a romancista e poeta Wendy Guerra escreve a história proibida das mulheres de Cuba. Publicado em oito países, cruza ficção e realidade no relato de uma mulher obcecada pela ideia de encontrar a mãe, que a abandonou aos dez anos de idade. Imersão num bravo mundo feminino, a busca por Albis Torres é também uma viagem a seu próprio passado e às salas escuras do regime cubano. Ao trazer a mãe de volta a Havana, resgatada em Moscou com uma doença que lhe tirou a memória, Guerra descobre em uma caixa de objetos pessoais os rascunhos de um romance que Albis escrevia sobre Celia Sánchez, secretária pessoal de Fidel Castro, heroína da revolução cubana. Rápida, às vezes triste e noutras envolvente como a alegria de uma Rumba, “Nunca Fui Primeira Dama” é um bom livro. Depois, a autora é linda e falante.

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Publicado por mariel

Desde 1959 tem sido assim

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