A todos os meus amigo (não são tantos assim)

Eles surgem do nada, os amigos. São sábios, às vezes. Noutras, redes para descansos. Amigos são brandos quando necessário. E rock, se imprescindível. Múltiplos e indivisíveis, amigos têm o mágico e o imaginário, dispensam o tempo, trazem verdades, mas também dizem que não estamos tão gordos assim. Eles, elas, quem se importa? Amigos são amigos desde sempre, lá na maternidade, no estádio lotado, no telefone tocando, na carona certa e pontual. Ok, nem tão pontual assim. Amigo tarda, falha, mas não foge a luta, é um hino à lealdade, principalmente quando precisamos de uns cascudos.

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Quem tem tem 8 milhões de amigos na rede que me perdoe. Não troco essa turma por um amigo real, o de boteco ou de hospital, o que te diz “você está velho” e aquilo ou é um elogio ou um carinho. Amigo não é quem te acompanha. É com quem você conta, mesmo quando está sozinho.

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Publicado por mariel

Desde 1959 tem sido assim

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