Mariel Fernandes

Coisas com ela

Imagem

Para ver mais longe, janela. Para ouvir sempre, aquarela. Uma comida boa? Galinha à cabidela, 
(mas gosto
muito
de pão com
mortadela)

Deus, parabéns: ficou ótimo o trabalho que saiu da costela. Se essa rua fosse
minha, a rua seria dela. E a lua, nossa estrela.
Paulinho da Viola,
salve Portela
Dos Mamonas,
saudade da
Brasília amarela. 

Pessoalmente, sou mais um cachorro quente apaixonado do que um conformado
jantar a luz de vela. Me dei conta que fiquei por pouco e que voltei com o coração
numa tigela.
Me refiz, (tá, um pouco
assustado) e descobri
que feliz ou infeliz é a
gente quem escolhe o
lado.

 

Significa dizer
que é decisão pessoal
morar no palácio ou viver
na favela.
Por que resolvi não partir?
Porque confirmei amores
bons. Eles tornam a vida
bela.

 

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36 comentários sobre “Coisas com ela”

  1. Mariel, estou aqui encantada, embasbacada com sua bela rima nesse poema que é um esparramar de tanto amar. Lindo! Lindo o poema, linda sua declaração de amor a essa boneca em forma de gente. E gostei muito de ver sua curtição e descoberta do quanto é bom ser avô. Seja abundantemente avô!

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  2. Alguns coisas especiais
    tornam a vida mais bela
    uma borboleta na mão
    Outra, olhando os olhos dela

    Mas também há um sorriso
    que mais parece pintura em tela
    e emoldura a Lara
    e faz poesia pra ela

    Lindo tudo!
    a Lara, as palavras, o encanto.

    Parabéns!

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      1. Que bom que notou a rima
        Eu mesma vivo a fugir dela
        (não da sua, mas da minha)
        parece coisa de menina
        Nós por cima, nós por baixo
        eu com ela, eu sem ela
        exercício de polichinelo
        num submarino amarelo
        Prefiro a rigidez da prosa
        o espinho ao invés da rosa
        em lugar do vinho, o flagelo
        Os versos (que não são tantos)
        eu trago (mesmo que brancos)
        bem trancados, à tramela
        entre trancos e barrancos
        Ó ,Pai, livra-me do flagelo
        de seguir deitando versos
        Vaca amarela pulou a janela
        Acuda, feche a cancela
        antes que eu complete a rima
        dê-me pregos e um martelo!

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      2. Mandei uma resposta, mas como minha internet anda cheia de vontades, não sei se foi. Assim, lá vai outra vez (não sei se saiu igual):

        Que bom que notou a rima
        Eu mesma vivo a fugir dela
        (não da sua, mas da minha)
        Parece coisa de menina
        Nós por cima, nós por baixo
        eu com ela, eu sem ela
        exercício de polichinelo
        num submarino amarelo
        Prefiro as agruras da prosa
        o espinho ao invés da rosa
        Em vez do vinho o flagelo
        os versos (que não são tantos)
        eu trago (mesmo que brancos)
        bem trancados, à tramela
        ò, Pai, livra-me do vexame
        de seguir deitando versos
        vaca amarela pulou a janela
        Acuda! Feche a cancela
        Antes que eu complete a rima
        Traga pregos e um martelo.

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