Bold

A alegria tem créditos mais do que suficientes para lançar sua própria franquia. No fim, percebemos o mundo, o subjetivo e o real com lentes diferentes. O que nos aproxima é esse gosto de aprender eu com você, você comigo e nós com a gente. Nos dizemos verdades duras e como en la revolucion, sem perder a ternura. Há gestos eternos, asteriscos e milhões de sinais estelares emitindo confirmações do universo. Nosso amor é digital e bold, quando impresso. Você riu agora pra mim? Escrevi com o tanto de força tinha. A poesia é ruim, mas pede seu sinal allminha.

Autor: mariel

" Não quero viver comigo tempos mortos ". Essa tal de Simone, ela não é uma coisa?