Acontece

Às vez e me faltam palavras. Estão lá, mas não as quero. Por reação bem delas, me ignoram, desfilam em formas estranhas, as deixo nuas e na chuva, quem sabe aprendam. Precisam saber quem manda, as palavras certas. E quem paga o couvert, as palavras erradas. Entre umas e outras, deserdo palavras de mim, as deixo sem nada meu, emoção ou sentimento. Fica o não dito, porque o declarado já aconteceu. Não hoje, que hoje a palavra é seca de uma sede sem palavras. ***

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