Como água para sede

É preciso ser simples para existir. Simplesmente vir. Simplesmente ser. Simplesmente florescer. Parece haver uma sincronicidade entre o tempo, a simplicidade e a beleza. É um triângulo amoroso, quem sabe. Um carinho em exposição. Um toque entrelaçando o amarelo, o vermelho e o branco. Nenhum exagero, cores em harmonia e a passagem dos dias. Olha o macio sugerido pelo branco. O vermelho em presença tão discreta quanto espetacular. E o amarelo que mais parece a complexa teia da vida e seus milhões de detalhes, impossibilidades e conexões.

Nem lembro quando tirei essa foto, mas prometo que não há retoque, equilíbrio de cor, intervenção de software, nada. Foi um momento capturado, um instante, um click, uma flor. Por que parei? Não sei, faz tempo. Mas ao reencontrar o registro, me alegrei pela beleza ter feito o convite e por te-lo aceito.

Há silêncio no simples. Claridade. Encontro. Troca e constância. O simples é o amor feito água para sede. Quem não viu isso é porque ainda não olhou direito.

***

Autor: mariel

" Não quero viver comigo tempos mortos ". Essa tal de Simone, ela não é uma coisa?

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