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O que sinto não há como ser extinto. São datas de outro calendário. São festas de aniversários invisíveis. São pontos indivisíveis e que se multiplicam em si mesmos. Penso, logo vejo a alma do infinito e toco o cotidiano das coisas. Eu tomo, chamo e tenho. Tenho uma alminha feita de silêncio eloquente, feita de um amor antigo da gente e feliz por permanecer em erupção.

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